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maio mais quente

Maio de 2026 é o segundo maio mais quente já registrado no planeta

Maio de 2026 teve média global de 15,81°C, a segunda mais alta já registrada para o mês, atrás apenas de 2024, informou o Copernicus. A temperatura do mar ficou a 0,03°C do recorde e o Pacífico entrou em transição para El Niño, com probabilidade acima de 80% no segundo semestre e risco de seca e fogo em Mato Grosso.

mudança climática

As reservas de hoje podem se tornar inúteis num planeta mais quente

Pesquisadores da Michigan State University criaram o LECS, modelo que estima por quanto tempo as reservas seguirão funcionando com a mudança climática. Testado no caso do panda-gigante, na China, projeta perda de mais de 80% do habitat de bambu em algumas áreas até 2061-2080. Os autores dizem que a avaliação vale para qualquer país.

El Niño no radar: Brasil precisa se preparar para calor, seca e chuva extrema

A NOAA elevou para 82% a chance de El Niño em maio-julho de 2026 e para 96% a persistência até o início de 2027. INPE, INMET, Funceme e Censipam apontam probabilidade superior a 80% e alerta para água, energia, agricultura e saúde. Em Mato Grosso, o foco recai sobre calor, baixa umidade e risco de queimadas no segundo semestre.

El Niño 2026

Probabilidade de El Niño passa de 60% até julho e amplia risco de eventos extremos no Brasil

Boletim do Copernicus mostra abril como o terceiro mais quente da história e oceanos a 0,02°C do recorde de 2024, enquanto NOAA e OMM elevam a probabilidade de El Niño em 2026. INMET projeta seca no Norte e Nordeste, chuva no Sul e veranicos no Centro-Oeste, com efeito sobre safra, energia, abastecimento de água e queimadas em Mato Grosso. Cientistas avaliam que 2027 pode superar 2024 como o ano mais quente já registrado.

Water Forward Brasil

Banco Mundial lança iniciativa que pretende melhorar a segurança hídrica de um bilhão de pessoas até 2030

O Banco Mundial lançou em 15 de abril de 2026, em Washington, o Water Forward, programa global que quer atender um bilhão de pessoas com água, saneamento e irrigação até 2030. O Brasil estava previsto entre os seis primeiros países a firmar pacto, mas ficou de fora dos 14 que assinaram. Sem pacto nacional, Mato Grosso também perde, por enquanto, acesso coordenado aos empréstimos e apoio técnico que o programa oferece para irrigação, saneamento e proteção de nascentes.

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