TODAS POSTAGENS Etiqueta: Manchete

El Niño no radar: Brasil precisa se preparar para calor, seca e chuva extrema

A NOAA elevou para 82% a chance de El Niño em maio-julho de 2026 e para 96% a persistência até o início de 2027. INPE, INMET, Funceme e Censipam apontam probabilidade superior a 80% e alerta para água, energia, agricultura e saúde. Em Mato Grosso, o foco recai sobre calor, baixa umidade e risco de queimadas no segundo semestre.

Regulação Europeia contra o Desmatamento e Dia do Agro

Na contramão da UE, bancada ruralista organiza Dia do Agro com três projetos contra a fiscalização ambiental

A Comissão Europeia confirmou em 4 de maio de 2026 que a Regulação contra o Desmatamento (EUDR) começa a valer em 30 de dezembro de 2026 para grandes operadores e em 30 de junho de 2027 para micro e pequenos. No mesmo intervalo, o Congresso brasileiro prepara o Dia do Agro, com três projetos que enfraquecem embargo remoto, liberam campos nativos e submetem normas ambientais ao Ministério da Agricultura. A matéria mapeia o choque de calendários e os riscos para o agronegócio exportador, para a meta brasileira de desmate zero e para a coordenação climática internacional rumo à COP31.

El Niño 2026

Probabilidade de El Niño passa de 60% até julho e amplia risco de eventos extremos no Brasil

Boletim do Copernicus mostra abril como o terceiro mais quente da história e oceanos a 0,02°C do recorde de 2024, enquanto NOAA e OMM elevam a probabilidade de El Niño em 2026. INMET projeta seca no Norte e Nordeste, chuva no Sul e veranicos no Centro-Oeste, com efeito sobre safra, energia, abastecimento de água e queimadas em Mato Grosso. Cientistas avaliam que 2027 pode superar 2024 como o ano mais quente já registrado.

litígios climáticos no Brasil

Brasil é o 4º país com mais ações climáticas no mundo e lidera o debate no Sul global

Pesquisa da UFRN publicada na revista Veredas do Direito mostra que o Brasil ocupa a 4ª posição mundial em litígios climáticos e lidera o debate no Sul global. O estudo analisa o papel do Judiciário na promoção da justiça climática, destacando o marco da ADPF 708 no STF e a ausência de discussões sobre distribuição equitativa dos ônus climáticos nos processos.

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