Falhas da ANM facilitam a lavagem de ouro ilegal na Amazônia, diz relatório
Falhas da Agência Nacional de Mineração facilitam a lavagem do ouro ilegal da Amazônia.
Falhas da Agência Nacional de Mineração facilitam a lavagem do ouro ilegal da Amazônia.
Diagnóstico do MPF entregue à Comissão Interamericana de Direitos Humanos aponta que crianças amazônicas chegam a ingerir 31 vezes mais mercúrio do que a dose recomendada e expõe falhas estruturais do Brasil no controle do…
Ministério da Defesa anuncia 1.638 militares na Amazônia Ocidental, com apoio de Polícia Federal, PM do Amazonas, Ibama e Censipam; balanço de 2025 trouxe R$ 225 milhões em prejuízos ao crime, mas apuração independente registrou…
Processos minerários em Mato Grosso cresceram 130% entre 2018 e 2025, alcançando 13.627 requerimentos que cobrem quase 25% do território do estado. Um total de 69 das 74 terras indígenas tem atividade minerária num raio de 10 km.
Dissertação de mestrado no Programa San Tiago Dantas (Unesp/Unicamp/PUC-SP) mostra que a Amazônia Legal concentra quase 40% dos casos de tráfico de pessoas notificados no Brasil entre 2010 e 2022.
Estudo aponta que a matança por fazendeiros e a contaminação dos rios pelo garimpo ilegal estão reduzindo a população de onças-pintadas na Amazônia, e sugere compensações financeiras para conter o risco de extinção.
A Justiça brasileira definiu que o Estado é apenas um pagador reserva em casos de desastres ambientais causados por sua omissão.
Operações destroem R$ 226 milhões em equipamentos, mas facção se entrincheira com bunkers e fuzis, transformando território Nambikwara em zona de guerra.
Análise de pesquisadoras expõe como a exploração de terras, o garimpo e a negligência estatal continuam um ciclo de violência iniciado há mais de 500 anos, mantendo os povos originários em uma luta constante por direitos básicos.
Ibama realiza a Operação Xapiri-Sararé para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé (MT), território do povo Nambikwara.
Plataforma internacional é notificada a remover anúncios que abastecem a atividade criminosa e contaminam rios e populações, sob risco de processo judicial.
Análise de Carolina Guedes, da Universidade Federal de Uberlândia, em seu trabalho "A proteção das Terras Indígenas no Brasil.