
Fim da Moratória da Soja pode custar 1,4 milhão de hectares de floresta em dez anos
Estudo publicado na Science projeta salto no desmatamento e risco comercial para o Brasil, enquanto a lei de Mato Grosso que ajudou a esvaziar o

Estudo publicado na Science projeta salto no desmatamento e risco comercial para o Brasil, enquanto a lei de Mato Grosso que ajudou a esvaziar o

Um estudo de pesquisadores da UFMT, da UNEMAT e da University of British Columbia calcula que a Lei Complementar 829, de 2025, deixou 2,3 milhões de hectares de áreas úmidas das planícies do Araguaia e do Guaporé expostos à drenagem. A pesquisa liga a abertura de drenos a rios que já perdem vazão na estiagem e a um dano de solo que não se reverte.

A CNA defendeu nos Estados Unidos que o agro brasileiro não depende de desmatamento, mas o USTR citou a lei de Mato Grosso contra a Moratória da Soja para justificar a tarifa de 25%. No Brasil, a confederação atua para afrouxar o licenciamento e derrubar o pacto da soja.

Mato Grosso é referência nacional na aplicação do Código Florestal, mas vive uma contradição: enquanto se compromete no Supremo, na ADPF 743, a avançar na regularização ambiental, a Assembleia aprova e acelera leis que enfraquecem a mesma legislação. Em audiência na quinta-feira (25), especialistas mapearam ao menos 18 dispositivos, de anistias à drenagem de áreas úmidas.

Estudo* publicado em 2026 articula pensamento complexo, revoluções científicas e princípios constitucionais para mostrar que a proteção do meio ambiente exige uma virada de paradigma

Pesquisa da UFMS, aprovada com nota máxima em novembro de 2025, analisa como a rigorosa legislação ambiental brasileira impacta o agronegócio. O estudo revela que a conformidade legal se tornou vital para a sobrevivência econômica do setor, impulsionando tecnologias sustentáveis e novos mercados como o de crédito de carbono, apesar dos desafios jurídicos e produtivos.

Estudo revela que, apesar de um robusto arcabouço legal construído ao longo de séculos, falta de planejamento estratégico e fiscalização eficaz impede o país de

Estudo aponta que a legislação agrícola do Brasil e o Plano Safra favorecem o agronegócio industrial, deixando de incentivar sistemas produtivos sustentáveis, como SAFs e ILPF, que poderiam aliar produção e recuperação ambiental, devido a uma dicotomia legal e à pressão política.

A lentidão na validação dos registros de imóveis rurais acende um debate sobre a real eficácia da principal ferramenta de controle ambiental do país, o

Pesquisadores revelam que leis atuais não protegem a biodiversidade e a água na maior planície alagável do mundo, enquanto incêndios e degradação avançam sem controle
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