
Quem tem poder para proteger a Mata Atlântica?
Dissertação da UFSC propõe critério jurídico para resolver conflito entre leis federais e estaduais sobre o bioma Dissertação de mestrado defendida em março de 2026

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Estudo analisa marcos regulatórios brasileiros e conclui que o ordenamento atual penaliza práticas agroecológicas em vez de fomentá-las A legislação agrária brasileira, embora proclame constitucionalmente

Estudo* publicado em 2026 articula pensamento complexo, revoluções científicas e princípios constitucionais para mostrar que a proteção do meio ambiente exige uma virada de paradigma

Pesquisa publicada em revista científica em 2026 revela que o Brasil possui um marco legal climático robusto, com destaque para a Lei nº 12.187/2009, mas enfrenta falhas estruturais na implementação das políticas. O estudo analisou legislação federal e estadual e dados da Conferência Municipal de Mossoró (RN), apontando contradições como o avanço de energias renováveis sobre áreas da Caatinga

Artigo analisa se a legislação brasileira atual é suficiente para regular atividades comerciais em terras indígenas ou se são necessárias novas normas específicas.

Empresas reconhecem benefícios da prática, mas estudos revelam que implementação é superficial e muitas vezes usada apenas como marketing. A contabilidade ambiental está se consolidando

Penalidade por uso de fogo em 459 hectares prescreveu, e Conselho de Meio Ambiente reconheceu que poder de punir do estado se esgotou com o

Estudo revela que, na prática, apenas a produtividade econômica define o destino de grandes propriedades, mesmo com danos ambientais comprovados. A Constituição de 1988 prometeu

Estudo revela que, apesar de um robusto arcabouço legal construído ao longo de séculos, falta de planejamento estratégico e fiscalização eficaz impede o país de

Estudo aponta que a legislação agrícola do Brasil e o Plano Safra favorecem o agronegócio industrial, deixando de incentivar sistemas produtivos sustentáveis, como SAFs e ILPF, que poderiam aliar produção e recuperação ambiental, devido a uma dicotomia legal e à pressão política.
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