
Com Ormuz travado, Irena diz a governos que renovável virou ferramenta de segurança nacional
Com o Estreito de Ormuz parcialmente fechado e ataques a infraestrutura de energia no Oriente Médio, a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena) publicou em abril um documento que dirige 18 ações a formuladores de política pública, distribuídas em três horizontes — de seis meses a três anos —, para blindar países e famílias do novo choque de preços do petróleo e do gás. No Diálogo Climático de Petersberg 2026, em 22 de abril, o ministro brasileiro João Paulo Capobianco disse que o Brasil “apoia integralmente essa direção”, mas cobrou que a transição não seja concebida como caminho único, defendendo a complementaridade entre eletrificação e biocombustíveis.


