
Satélites vigiam a Mata Atlântica, mas punições ainda ficam pelo caminho
Pesquisa* publicada na revista Geografia (UNESP) revela que, no norte do Paraná, menos da metade dos alertas de desmatamento emitidos pela plataforma MapBiomas entre 2019

Pesquisa* publicada na revista Geografia (UNESP) revela que, no norte do Paraná, menos da metade dos alertas de desmatamento emitidos pela plataforma MapBiomas entre 2019

Equipamento desenvolvido pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA) utiliza inteligência artificial de baixo custo energético para ouvir ruídos de motosserras a um quilômetro de distância e emitir alertas em tempo real via satélite para órgãos ambientais.

Pesquisadores do IFBA e da UFBA estão desenvolvendo um sistema computacional baseado em blockchain para rastrear o descarte de embalagens de agrotóxicos na Bahia. O objetivo é reduzir fraudes, aumentar a transparência e melhorar a eficiência da logística reversa no agronegócio.

Um estudo acadêmico demonstra que ferramentas de inteligência artificial adotam o discurso de suas empresas criadoras para esconder o alto consumo de energia e transferir a responsabilidade pela crise climática para o cidadão comum.

A Justiça brasileira definiu que o Estado é apenas um pagador reserva em casos de desastres ambientais causados por sua omissão. A Súmula 652 do STJ exige que os danos sejam cobrados primeiro dos garimpeiros, o que na prática cria um obstáculo jurídico que atrasa indefinidamente o pagamento de indenizações urgentes para a reconstrução do território e da saúde do povo Yanomami.

Estudo aponta que a matança por fazendeiros e a contaminação dos rios pelo garimpo ilegal estão reduzindo a população de onças-pintadas na Amazônia, e sugere compensações financeiras para conter o risco de extinção.

O artigo “Capitaloceno e esquizofrenia: desejo, crise climática e neoliberalismo”, de Ádamo Bouças Escossia da Veiga (LECA, dez. de 2025), argumenta que a crise climática expõe o limite da expansão capitalista. Sem novas “naturezas baratas”, o texto descreve a aposta em mercados “verdes”, financeirização e na captura do desejo como nova frente de acumulação.

Um novo estudo alerta que a construção de grandes usinas solares no Brasil causa desmatamento, altera o ciclo de chuvas e contamina o solo com agrotóxicos. A prática das empresas de esconder esses danos para vender uma imagem de “energia 100% limpa” é chamada de greenwashing. O sistema agrivoltaico, que une agricultura e placas solares, é apontado como a solução ideal.

Pesquisadores do IPAM elaboraram um plano com quatro medidas centrais para conter o avanço da destruição na Amazônia. O estudo foca na proteção de florestas públicas, fomento à agricultura familiar, uso de tecnologia sustentável no agronegócio e criação de “royalties verdes” como alternativa financeira à exploração de petróleo no bioma.

Estudo alerta que a exposição contínua e sem proteção a agrotóxicos tem causado de intoxicações agudas a câncer em trabalhadores rurais. O documento destaca a falta de treinamento e aponta a agroecologia como alternativa segura para o campo.
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