“Paradoxo” em Belém: ONGs acusam COP30 de contratar relações públicas de petroleiras e denunciam “conversa fiada” sobre Transição Justa
COP30 em Belém sob fogo cruzado: ONGs denunciam "paradoxo" da Edelman e cobram "linha vermelha legal" de 1.5 C.
COP30 em Belém sob fogo cruzado: ONGs denunciam "paradoxo" da Edelman e cobram "linha vermelha legal" de 1.5 C.
Relatório da ONU divulgado na abertura da COP30 revela abismo: promessas cobrem só 30% das emissões e cortam 17% até 2035, longe dos 60% exigidos pela ciência. A COP30 começa em Belém. O cenário é de alerta máximo.
A COP 30, que deveria marcar a consagração de Belém (PA) como capital global do clima, iniciou em novembro de 2025 sob o peso de um profundo paradoxo.
Estudo da USP*, baseado na obra de Carolina Maria de Jesus, detalha como o Brasil usou seu aparato legal, da Lei de Terras à política de imigração, para ativamente impedir a ascensão da população negra no pós-abolição.
Em menos de um ano, o estado do Rio Grande do Sul foi devastado por três eventos climáticos extremos de alta magnitude.
Empresas reconhecem benefícios da prática, mas estudos revelam que implementação é superficial e muitas vezes usada apenas como marketing. A contabilidade ambiental está se consolidando como uma ferramenta estratégica.
Estudo do greenpeace divulgado às vésperas da cop30 revela que porto velho teve picos de poluição 20 vezes acima do limite da OMS. Respirar em Porto Velho (RO) e Lábrea (AM) durante a temporada de queimadas de 2024 foi perigoso.
Em resposta a redação do LupaMT, secretaria detalha metodologia Q95, mas não explica como garante prioridade humana na seca nem como fiscaliza captações em tempo real.
Proposta une mapa de deslizamentos da UFRGS e dados soberanos, permitindo que professores criem aulas alinhadas à BNCC A catástrofe climática de maio de 2024 no Rio Grande do Sul deixou cicatrizes profundas no estado .
Editorial de 2025 usa retirada dos EUA do Acordo de Paris como estopim para denunciar "obscurantismo científico" e "ação antiambiental estatal" O ano de 2024 foi confirmado como o mais quente já registrado na história.
Pesquisa revela que Brasil lidera estudos sobre o tema, focando na biodiversidade e nos "serviços" que a natureza presta à produção de alimentos. O modelo de agricultura focado apenas no lucro tem um custo alto.
Documento* critica falha em avaliar tanto as emissões de gases quanto a vulnerabilidade das próprias obras a eventos extremos.