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TODAS POSTAGENS Mês: fevereiro de 2026

capitaloceno e crise climática

Crise climática impulsiona exploração de emoções e afeto pelo mercado, aponta estudo

O artigo “Capitaloceno e esquizofrenia: desejo, crise climática e neoliberalismo”, de Ádamo Bouças Escossia da Veiga (LECA, dez. de 2025), argumenta que a crise climática expõe o limite da expansão capitalista. Sem novas “naturezas baratas”, o texto descreve a aposta em mercados “verdes”, financeirização e na captura do desejo como nova frente de acumulação.

impactos da energia solar

Grandes usinas solares no Brasil escondem danos ambientais, diz estudo

Um novo estudo alerta que a construção de grandes usinas solares no Brasil causa desmatamento, altera o ciclo de chuvas e contamina o solo com agrotóxicos. A prática das empresas de esconder esses danos para vender uma imagem de “energia 100% limpa” é chamada de greenwashing. O sistema agrivoltaico, que une agricultura e placas solares, é apontado como a solução ideal.

declínio das mamangavas

Calor, desmatamento e agrotóxicos ameaçam abelhas que garantem a produção de maracujá no Nordeste

Uma pesquisa recente desenvolvida no Instituto Federal da Paraíba (IFPB) alerta para a perda drástica da biodiversidade de abelhas mamangavas no Nordeste do Brasil. Impulsionado pelo desmatamento, uso indiscriminado de neonicotinoides e ondas de calor extremo, o desaparecimento desses insetos afeta diretamente a taxa de frutificação do maracujá-amarelo. Especialistas alertam que a adoção de ninhos racionais e do manejo sustentável é a única saída para proteger o ecossistema e garantir a renda da agricultura familiar.

Corte Interamericana meio ambiente

Corte Interamericana endurece regras e consolida o direito a um meio ambiente saudável

A Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) consolidou o entendimento de que a degradação ambiental e a poluição são violações diretas aos direitos humanos básicos. Com condenações recentes contra o Peru (por poluição industrial) e a Argentina (por desmatamento em terras indígenas), o tribunal abre precedente para punir governos omissos. Agora, Colômbia e Chile exigem regras claras sobre a responsabilidade dos Estados diante da emergência climática global.

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